Terça-feira, Junho 03, 2008


Sabem que Juju mais que antenada nos eventos culturais, que muito me orgulha, me avisou: Mônica Salmaso no Guaíra!
Sim, ela mesma. Aquela que nos deixou plantados tristemente do lado de fora do teatro lotado.
Mas desta vez foi tudo diferente! Mais que rápido, corri feito um doido para a bilheteria do Guaíra. Resultado?
Sim, vejam vcs, sim...fila A!! Face to Face com Moniquinha...
Virgi...depois de um grande jejum de shows, tá aí um excelente começo!




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12:15 AM - Suas homenagens:




Sim.
Ela está em terras tupiniquins...
Por favor, um porto!
Quem descobriu o Brasil?
Teresa Salgueiro...ai ai...



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12:01 AM - Suas homenagens:


Terça-feira, Abril 08, 2008


Um pouco da poesia africana de expressão portuguesa.
Destaque merecido...


A arte de viver

Habito no halo
dos meus versos
onde incansavelmente
rimo palavras sem rima
e seco lágrimas sem pranto

é a arte de viver...

como lacrar a vida e o amor
sem cantar?
como vencer o tédio e o temor
sem bailar?
eis a razão
porque sonho sem sono
porque voo sem asas
porque vivo sem vida

no avesso dos versos escondo
o tesouro da minha contrariedade
o mistério da minha enfermidade
e o feitiço da minha eternidade


Armando Artur




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11:27 PM - Suas homenagens:


Terça-feira, Abril 01, 2008


Como dois e dois são quatro
sei que a vida vale a pena
embora o pão seja caro
e a liberdade pequena


Ferreira Gullar




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3:13 PM - Suas homenagens:


Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008




Allegro, ma non troppo!!



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9:26 PM - Suas homenagens:


Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008




Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão


Milton Nascimento



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1:21 AM - Suas homenagens:


Sexta-feira, Janeiro 25, 2008


Só podia ser Gonzaguinha...

"Ontem um menino que brincava
me falou
Ele é semente do amanhã
Para não ter medo
que este tempo vai passar
Não se desespere
e nem pare de sonhar
Nunca se entregue,
nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar
no céu do seu olhar
Fé na vida,
fé no homem,
fé no que virá"


Amém



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4:19 AM - Suas homenagens:


Segunda-feira, Janeiro 07, 2008


Novo ano, novas esperanças...
E o desejo do melhor...sempre!

"um vazio no peito
um novo apartamento
um gozo diferente
uma nova semente
um aroma de gente
quem sabe... Janeiro"

Amina Urasaki



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12:01 AM - Suas homenagens:


Quinta-feira, Dezembro 13, 2007


VOLTA E MEIA

o dia fica meio frio
fica meio feio meio
entre o vadio e o vazio

a vida já pelo meio
vontade de dar meia
volta e soltar o freio

tudo tão meio fake
tudo meio game
eu me sinto quase alheio

nada mais diz mais nada
e este poema engasgado
também nem diz a que veio

Cairo Trindade



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12:13 PM - Suas homenagens:


Quarta-feira, Dezembro 12, 2007



Tá bem, nós todos vivemos a perigo.
Mas os meus males são os piores.
Acontecem comigo.


Millôr



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12:05 PM - Suas homenagens:


Domingo, Dezembro 09, 2007


"o novo peregrino sábio dos enganos
seu ato dura pouco tempo se tragando
o couro que me cobre a carne
não tem planos
a sombra da neurose te persegue
há quantos anos"


(Ébano - Luiz Melodia)



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2:58 PM - Suas homenagens:


Quarta-feira, Novembro 21, 2007




Sim.
Vejam vocês.
Minha vizinha de cima, universitária futura médica, descobriu que o legal é estar chapada ouvindo MPB...Deixou de lado “o metal” e foi direto na veia da música popular. Tudo muito bom, é verdade. Mas o som numa altura enfadonha em plena tarde de dia útil com o sol estalando lá fora...
E eu aqui, desesperado, estudando o “tar do Direito Penar”, mais exatamente sobre o Critério da Valoração Paralela na Esfera do Profano!
Acho que é isso!! Vou subir e pedir passagem à camarada, sentar ao seu lado e dizer: “Só, meu! Critério da valoração paralela na esfera do profano, é isso aí!!” Ela certamente vai me olhar com os olhos mareados, mas não de emoção, e fará o sinal do paz e amor! Tudo isto envolto numa névoa que só...
Falando em profano, vejam as coincidências: neste exato momento, ouço em alto e bom tom, “ Vaca Profana” na voz da Gal.
E, quando Gal canta “vaca de divinas teeeeeeeeeetas”, escuto a voz da universitária gralhando em uníssono.
O inferno está em cima, avisem o padre!
O purgatório. Bom esse é aqui comigo...
Vou pro céu...ah se vou...nem que seja montado numa vaca!




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11:40 PM - Suas homenagens:


Sexta-feira, Novembro 16, 2007


E não é que faz sentido...

Se a sorte está contigo,
para quê pressa?
Se a sorte está contra ti,
para quê pressa?

Provérbio Afegão




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9:39 PM - Suas homenagens:


Terça-feira, Novembro 13, 2007




Advertência!
Não sou homem de grandes arroubos
nem de aventuras suicidas.
Nada entendo da trajetória das estrelas
e de equações matemáticas.
Alguém pode me explicar
o sentido da vida?
Como cego, tateio os caminhos
em tentativas erráticas.
Me embaraço com as tramas do amor,
não tenho a receita da felicidade.
Me confundem as palavras,
ingênua, a minha retórica.
Meu verso é simples e banal.
Não me cobrem pensamentos complexos
nem explicações teóricas.
Sou um poeta profundamente superficial.

Silvio Ribeiro de Castro



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9:10 PM - Suas homenagens:


Quinta-feira, Novembro 08, 2007


Conheceram-se em Foz do Iguaçu.
Ele fez promessas e juras de amor.
Era tudo cascata.

Reynaldo Sanchez



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11:14 PM - Suas homenagens:


Terça-feira, Novembro 06, 2007


Tranqüilidade

Para uma análise imediatista: meu dia de hoje foi tranqüilo!
Mas basta me vir o sentimento da tranqüilidade que assustadoramente a intranqüilidade assola.
Impressionante, acredito que não me permito estar tranqüilo. Estar tranqüilo é quase um passo para me ver ateado ao fogo como herege.
Anos atrás eu pensaria: estarei tranqüilo quando o prazo passar, a audiência passar, a sentença sair, o salário aumentar, o cliente chegar, a outra parte não chegar...E no depois, a intranqüilidade persistia. Não pelo tema passado, mas por outros e outros que, certamente, viriam...
E assim ia e vai: à espera do dia chegar! Mas que dia irá chegar? E quando ele chegar, estarei eu tranqüilo? A resposta negativa é fácil, pois outras intranqüilidades se instalarão e ficarão de par comigo.
Sou o eterno insatisfeito, como já me disseram. Talvez aí resida o tom da intranqüilidade. A não aceitação do mesmo, a busca do algo a mais. E este “mais”, já na crendice de que é meu, com toda a sua substância e realeza.
E em todos esses devaneios, a busca do “mais” é quase que um chegar a lugar algum. Toda uma filosofia infértil, num etílico papo de final de noite.
Assim, culminado com o desfecho – aberto – no qual os fios estão tramados ou emaranhados ou até mesmo não tecidos. Chego à (brilhante) conclusão que a intranqüila insatisfação é marca “de quem possui a estranha mania de ter fé na vida”, com toda a licença poética permitida...
E, em assombro, estar sóbrio!




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12:49 AM - Suas homenagens:


Terça-feira, Outubro 30, 2007


RAZÃO INSANA

Se a loucura assombra a moralidade
O que direis da lúcida ambição?
É mais fácil prender-se a impunidade
Do que lançar-se a própria opinião.

Renego uma hipócrita realidade
Fruto da eterna subordinação
Pois no âmago da minha insanidade
Não há farpas de martírio e escravidão

Desta fúnebre vontade contida
Cresce a amargura do meu mundo imenso
Posto que a chama d´alma corrompida

Respinga gotas de sangue no lenço
E se a razão é o limite da vida
Desejo antes minha falta de senso.

Rosângela Aguiar



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9:32 PM - Suas homenagens:


Quinta-feira, Outubro 04, 2007


Acordo com o telefone tocando
desculpe, foi engano
não faz mal
hoje eu também não estou em casa

Elisa Dias Baptista



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4:07 PM - Suas homenagens:


Quarta-feira, Setembro 26, 2007


CASA CHEIA

por onde andei, de onde vim
deixei pedaços de mim.

cada um que entra aqui
esquece um pouco de si.

todos tecem suas teias
virtuais, de vento, de veias.

há vários nós entre nós:
jamais estamos tão sós.

Cairo Trindade



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3:42 PM - Suas homenagens:


Segunda-feira, Setembro 24, 2007


Para Juju...


"A mestiça que me encanta
Tem os olhos puxadinhos,
Parecendo dois peixinhos,
No aquário da paixão.
A mestiça que me encanta
Come coisas esquisitas:
Peixe cru, massinhas fritas,
Alga e bolo de feijão."

Anita Costa Prado




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4:37 PM - Suas homenagens:


Terça-feira, Setembro 18, 2007


Parece Mesmo
Que Vem Chuva


Banho morno de banheira
ensopado cozinhando na panela
alvoroço nas folhas da palmeira
vento sul entrou pela janela
antes do almoço, uma bagaceira
a tarde chegou num barco à vela

Parece mesmo que vem chuva
doce de banana com canela
na fruteira, um cacho de uvas
desenho inacabado numa tela
esquecido na cadeira, um par de luvas
sente saudade das mãos dela

Bule de café na mesa, cesta de pão
um vaso de rosas amarelas
cachorrinho dormindo no chão
o livro de sonetos de Florbela
noite no meu quarto, solidão
um rosto de mulher numa aquarela

Sílvio Ribeiro de Castro



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3:15 PM - Suas homenagens:






Menina que mora no mato
Não tem medo de assombração
Anda sozinha na estrada
Levando sombrinha na mão
Deixa o cabelo no rosto
Brinca com quem quer brincar
Dá um sorriso pra gente
E continua a caminhar . . .


Ruy Maurity



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1:53 PM - Suas homenagens:


Segunda-feira, Setembro 17, 2007


Um pouco mais de T. S. Eliot...

OS HOMENS OCOS

"A penny for the Old Guy"
(Um pêni para o Velho Guy)

Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!
Nossas vozes dessecadas,
Quando juntos sussurramos,
São quietas e inexpressas
Como o vento na relva seca
Ou pés de ratos sobre cacos
Em nossa adega evaporada
(...)




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5:09 PM - Suas homenagens:


Domingo, Agosto 12, 2007


" Ninguém abra a sua porta
pra ver o que aconteceu:
saímos de braço dado
a noite escura e mais eu."

Cecília Meirelles




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12:20 AM - Suas homenagens:


Sexta-feira, Julho 13, 2007


Traindo e retraindo

Márcia Carrano


Chamou-o para o botequim de sempre, onde ele bebia chope e ela coca-cola. E comiam juntos uma picanha na pedra, quase ao ponto.

Viviam juntos há dezoito anos. Muito amor, sexo e... a empresa. Há algum tempo, no meio deles , rachando a cama em duas, revirando os lençóis, empurrando cada corpo para o máximo de lateral possível: a EMPRESA, porra! Ele na esquerda; ela na direita. E nenhuma partida.

Ela passava a vida no MOTI BANCO. Reunião pra cá, festinha pra lá; livro daqui, cd dali , depois me empresta aquele outro? ; saidinha após o expediente com a turma do uisquinho happy try — e ela não bebia. Mariposa era uma mulher séria, muito. Ele, Pacífico Ouriço, é que deitava e rolava nos vícios: cigarro, bebida . Mulheres não: há dezoito anos só dormia com a Mariposa. Aliás, Pacífico tinha vícios coisíssima nenhuma. Mariposa é que era certinha demais. A mulher não fumava, não bebia, não cheirava... nem fedia, quase não falava, mas comia muito, muitíssimo e — pasmem! — tinha o corpo impecável. Nem um pouquinho de gordura entornando no lugar errado.

Ele sempre confiara nela. Uma mulher daquelas jamais o trairia. Às vezes tinha ciúme, é verdade. Mas se sentia culpado, maldoso até. Ela casara virgem, cara! Sempre dele, só dele. Desconfiar de quê?

Mas voltemos ao botequim. Ela, exatamente agora, está dizendo para Pacífico:

— Sabe, amorzinho, preciso que você saiba: estou saindo com o Gregório.

— Estão fazendo algum trabalhinho extra?

Parênteses: Gregório era colega de trabalho de Mariposa e amigo do casal. Sua mulher, Hermenilda, era pouco vista.

— Não , Pacífico. Tô dormindo com ele.

— Realmente devem ficar cansados, né amor ? A EMPRESA suga tanto ! Têm mesmo de dar uma descansada para agüentar trabalhar assim das oito da manhã às dez da noite. E quase todo dia!

Pudica (ah!), Mariposa não rasgava o verbo, como se diz vulgarmente. Continuou, discreta como sempre :

— Benzinho, tô dormindo e fazendo tudo o mais.

— Tudo o mais o quê, amor? — perguntou Ouriço.

— Tudo o que homem e mulher costumam fazer na cama — respondeu ela.

Silêncio total. Ele dá uma bicadinha no décimo primeiro chope da noite. Não está bêbado, apenas mais leve, levíssimo. Ultralaite, eu diria. E ela ali, firme na coquinha. E lúcida.E gostosa como sempre. E honesta como sempre. E firme, quase fria, como sempre.

E como sempre — epa! me distraí — come sempre — epa! outra vez me distraí. Escrevendo de novo . Ela comendo sempre — agora sim! acertei no alvo — a picanha com parcimônia, a ponto de deixá-lo envergonhado com sua avidez de glutão incorrigível.

Professor de Filosofia, acostumado a fazer joguinhos intelectivos com seus alunos, Pacífico começa a dizer, sem mais nem pra quê :

— Mariposa, Maposinha, tudo é nada. As b... as pontas se encontram. Por isso o tudo vira nada, que é nada e também tudo. Entendeu?

E, sem esperar resposta, continuou , depois de coçar a testa com insistência:

— Maposinha, se o nada...

— Pacífico, meu amor, tô ficando cansada. Vamos embora.

Ele, que jamais contrariava a mulher, foi largando o décimo segundo chope sem beber, deixando dinheiro suficiente com gorjeta gorda. Pedir conta vai demorar! Maposinha precisa ir, precisamos ir.

E saíram. Ele passou o braço na cintura dela. Passaram por Gregório, que vinha andando pela rua. Pura coincidência. Respondeu ao boa-noite do colega da mulher. Aliás, responderam. Passaram pelo porteiro do prédio onde moravam. Passaram pela porta do apartamento. Passaram para a cama. Ele passou tudo de novo em sua mente: Mariposa e Gregório transando... uau! Mulher tem cada uma. Pior que criança!

Antes de dormir, ele coçou e coçou a testa. Depois disse, dobrado em posição fetal:

— Cê tem cada uma, mulher!

E dormiram o sono dos justos, justíssimos em seus pijamas de medo.


MÁRCIA CARRANO Castro é mineira, natural de Cataguases (MG). Reside em Juiz de Fora, naquele Estado, desde 1984. Com Licenciatura Plena em Letras, é bacharel em Direito e escritora. Professora efetiva da rede de ensino estadual, atualmente ensina Português, Redação e Literatura no Criarte, curso fundado por ela em 1980. Em 1977, lançou seu primeiro livro de poemas, "Zero Versus", Editora Esdeva - Juiz de Fora, que mereceu elogios da crítica. Tem trabalhos publicados em diversos jornais e suplementos literários do país e sítios da Internet. Em 2001, a Secretaria de Cultura de Cataguases (MG) deu o nome de Márcia Carrano a uma das bibliotecas naquela cidade. Seu livro de contos "Porção de tintas", premiado pela FUNALFA em 2003, foi lançado no dia 24 de abril de 2003, em Juiz de Fora (MG).

Extraído do site: www.releituras.com.br



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12:19 PM - Suas homenagens:


Quinta-feira, Junho 21, 2007


Meu avô sempre diz
que a vida é uma tourada
mas acha que alguma coisa
saiu totalmente errada.


Touchê



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12:25 PM - Suas homenagens:


Quarta-feira, Maio 23, 2007


Tá tá...não saiu de nenhum épico...
Saiu de um dos custosos compêndios que me debruço...ai ai
Mas destaque merecido...

"...Há no Brasil uma crônica compulsão dos governantes de modificar a Constituição para fazê-la à imagem e semelhança de seus governos. Uma espécie de narcisismo constitucional."

Luis Roberto Barroso



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7:42 PM - Suas homenagens:


Sexta-feira, Abril 27, 2007


Para uma sexta-feira, Ferreira Gullar...

Traduzir-se

Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.

Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.

Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.

Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.

Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.

Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.

Traduzir uma parte
na outra parte
- que é uma questão
de vida ou morte -
será arte?





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Segunda-feira, Abril 02, 2007


Pois então, Festival de Teatro de Curitiba!
Um espetáculo à parte que neste ano veio com o slogan: "o resto a gente esquece".
Pois é, e eu esqueci mesmo foi do teatro, coitado, devido às correrias sem fim...
Mas pelo menos as poucas peças assistidas foram tiros certeiros, o que já me deixou deveras satisfeito e com gostinho de quero mais...
Homenagens para a peça D Graça com Katiuscia Canoro e Fabiula Nascimento, que só fez confirmar está última como excelente atriz e pela grata surpresa quanto à primeira. Chorar de rir foi pouco...
Outra bela surpresa foi a peça Dorotéia vai à Guerra - Companhia de Juiz de fora - Homenagens mais que merecidas para a atriz Sandra Emilia, numa atuação que realmente fez jus ao prêmio de melhor atriz do Festival de Teatro de Juiz de Fora de 2006.
Bom, já que o assunto é este e o festival é sempre em Março...

"Março de 1983. O Balé do Teatro Guaíra de Curitiba estréia um dos seus espetáculos de maior sucesso, O grande Circo Místico, que consolida a parceria de Edu Lobo e Chico Buarque. Eles, no começo de suas carreiras, sempre estiveram ligados ao teatro - Edu fez as músicas de Arena conta Zumbi quase na mesma época em que Chico compunha a trilha de Morte e vida severina.
(...)
O balé estreou no Guaíra em 17 de março de 1983, com direção de Emílio Di Biasi. Na semana seguinte em 29 de março, o disco de O grande Circo Místico chegou às lojas e logo se transformou em um acontecimento musical, com as participações especiais de Simone, Tim Maia, Gilberto Gil, Jane Duboc, Zizi Possi, Gal Costa e Milton Nascimento, intérprete de Beatriz - 'essa música é minha', ele diz até hoje. A história dessa música é curiosa. No poema de Jorge de Lima a personagem é uma equilibrista e chama-se Agnes. 'Mas o nome não cabia na letra', lembra Chico. 'Então troquei Agnes por Beatriz, transformei a equilibrista em atriz e coloquei-a no sétimo céu, em homenagem à Beatrice Portinari, de Dante. Beatriz carregando minhas obsessões...'
Em junho de 2002, o balé foi remontado pelo Teatro Guaíra, com produção de Marcos Frota e coreografia de Luís Arrieta."




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5:02 PM - Suas homenagens:


Sexta-feira, Março 09, 2007


Piadinha realista...

O assaltante, com a arma na mão, entra na biblioteca:
- A bolsa ou a vida?
A bibliotecária:
- Qual é o autor?



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1:39 PM - Suas homenagens:



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